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Preço do cimento e tijolo pipocam em Gravatá; construtores ameaçam parar obras

Por conta do elevado preço do material de construção em Gravatá, muitos empresários estão fechando cargas de outras empresas, fora da cidade

A venda de material de construção subiu em todo Brasil no mês de julho, no entanto muitos empresários, donos de armazéns, estão se aproveitando da alta procura por material para elevar preços e tirar o prejuízo deixado pela pandemia da COVID-19. A venda de material de construção no Brasil subiu 8,3% no mês de julho.

Em Gravatá, agreste pernambucano, um saco de cimento que antes da pandemia custava 19 reais passou a custar em dois meses R$ 25 reais (alta de 31,57%). Um milheiro de tijolos, que antes da pandemia custava R$ 350 reais passou a custar média de R$ 650 reais (alta de 85,71%).

O metro cúbico de areia grossa, final e de brita não sofreram reajuste. Alguns empresários alegam que o valor subiu por conta da matéria-prima que está escassa, mas isso não cola pra o tijolo, feito de barro.

Por conta do elevado preço do material de construção em Gravatá, muitos empresários estão fechando cargas de outras empresas, fora da cidade, ou ameaçam parar obras por conta do abuso de preço.

Fonte: https://pernambuconoticias.com.br/preco-do-cimento-e-tijolo-pipocam-em-gravata-construtores-ameacam-parar-obras/

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