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NOSSA GRAVATÁ

Nossos Idosos precisam de cuidados especiais durante a pandemia, a melhor forma de prevenção no momento é ficar em casa, manter uma alimentação saudável e praticar exercícios físicos.

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A esta altura dos acontecimentos, todos já sabem que é indispensável lavar muito bem as mãos com freqüência e que os idosos devem ficar em casa nos próximos meses, para não se expor ao novo coronavírus. Igualmente importante é que qualquer um que entre em contato com uma pessoa mais velha tome cuidado redobrado para não haver o risco de infectá-la, inclusive usando máscara. Portanto, se a visita não é essencial, tente trocá-la por um encontro virtual ou telefonemas. Há uma série de detalhes que podem passar despercebidos, mas que trazem maior segurança para todos.

A pandemia do novo coronavirus está produzindo uma experiência de vida singular para toda a sociedade. Seu desdobramento aparece no plano da economia, na convivência social, nos nossos deslocamentos, na subjetividade, entre outros segmentos. Um dos aspectos a se destacar é a preocupação com a população acima de 60 anos. De acordo com os médicos e cientistas, essa população fica mais vulnerável diante da pandemia. Cuidar dela envolve uma série de ações, como o isolamento social e a atenção com seus responsáveis.

O isolamento social – traduzido pela frase “fique em casa”! – talvez seja um dos maiores desafios para os indivíduos das mais diferentes idades. Nos últimos dias, uma série de vídeos e memes da internet têm abordado a temática do isolamento social entre os mais velhos. Esse assunto também surgiu em reportagens nas mídias, televisiva e escrita. Em boa parte delas é possível ver idosos e idosas “desobedecendo” a ordem de ficar em casa.

Algumas dicas podem ser observadas para responder a essa questão. O primeiro ponto a se destacar é a definição de idoso, um segmento etário diverso. Há pessoas acima dos 60 anos que trabalham e vivem um cotidiano parecido, senão igual, ao de pessoas mais jovens. Outros são aposentados, vivem com familiares ou moram sozinhos e são independentes. No caso daqueles que moram sós e agora se vêem em uma situação de isolamento maior, o uso da tecnologia, como smartphones, pode contribuir para que continuem a exercer algumas atividades, como cursos on-line, práticas de exercícios físicos no ambiente domiciliar, jogos, chamadas de vídeo e outros. Leituras, passatempos (como caça-palavras ou palavras cruzadas), atividades manuais (crochê, bordado, pintura), pequenas caminhadas (com a devida proteção) também podem ser aliados.

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